Como seria bom se o mundo fosse assim

29 de outubro de 2008 at 13:23 (Uncategorized)

Esses videos retratam a mudanca que comecou a ocorrer nos anos 70 e agora fazem a diferenca, uma coisa simples que muda toda a estrutura de uma cidade, fazendo com que ela fique muito mais agradavel e gostosa de se viver.

Mostra tambem que nao precisamos depender dos “assasinos motorizados” para viver, podemos nos libertar desse “vicio”, onde ir de bicicleta e muito mais rapido e gostoso, alem de fazer muito bem para a nossa saude fisica e mental.

Ainda acredito que a nossa cidade possa chegar perto disso, a esperanca e a ultima que morre.

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O nosso futuro…..

17 de outubro de 2008 at 00:23 (Uncategorized)

Sera que vamos precisar esperar chegar a esse ponto para que as pessoas acordem para a vida e descubram que o carro nao e a unica coisa que se locomove no mundo, que existem outros meios de transporte, outras alternativas.

Espero que esse dia nao chegue, ou que pelo menos eu nao esteja vivo para presenciar isso.

Vamos lutar para que isso nao ocorra, ainda podemos mudar o mundo SIM, nao espere os outros comecarem a fazer, faca voce mesmo.

A MUDANCA COMECA A PARTIR DE VOCE!!!

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Sustentabilidade em Transportes

1 de outubro de 2008 at 15:17 (Uncategorized)

Sustentabilidade em transporte tem a ver com o preenchimento das modernas necessidades de mobilidade, urbana e global, sem com isso pôr em causa o modo de vida de gerações futuras. Isto é, sem causar enormes danos a nível de poluição.

Hoje em dia todas as grandes cidades enfrentam graves problemas de trânsito, congestionamento, e emissão de gases nocivos à atmosfera por uma quantidade abusiva de carros. Várias cidades à escala mundial lutam agora contra este fenómeno de automobilização massiva, tentando construir cidades agradáveis de se andar e pedalar. Londres, por exemplo, cobra uma taxa considerável de dinheiro a quem queira entrar no seu centro de carro, desencorajando assim os condutores, e aumentando o movimento pedonal. Esta luta trava-se em várias frentes: o melhoramento dos transportes públicos, o melhoramento dos circuitos pedonais, a criação de vias próprias para ciclistas, a disponibilização de bicicletas e veículos não poluentes para aluguer, o pagamento de parquímetros elevados para quem traz o carro para a cidade, ou o partilhar de carros, sistemas comunitários de boleia.

Sistemas partilhados de boleia

Já frequentemente praticados em países como os EUA, Canadá, Austrália, Alemanha ou Inglaterra (onde são conhecidos como carpooling, slugging, carsharing, etc.) os sistemas comunitários de mobilidade implicam a organização das pessoas no sentido de rentabilizar ao máximo cada veículo, reduzindo assim o número de veículos em transito, e os custos de gasolina por passageiro. Vizinhos, ou pessoas que se contactem com este fim, combinam trajectos comuns e partilham o veículo de um deles. Nos EUA, existem vias nas estradas prioritárias para estes veículos.

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